Isso é só o começo, feministas!
Este depoimento demonstra bem a situação atual dentro das corporações, e eu acrescento: vai piorar.
O novo gerente chegou há 3 meses. Ele tem uma política de não se reunir com mulheres sozinhas, a menos que haja outro homem presente ou a porta esteja completamente aberta.
Ele se reúne com homens sozinho com frequência.
Isso criou uma situação em que os membros masculinos da equipe entram rapidamente, fecham a porta, conversam e resolvem suas pendências.
Enquanto isso, as mulheres precisam primeiro enviar um e-mail para ele, agendar um horário, encontrar alguém para nos acompanhar e só então ter a reunião. Isso também nos coloca em desvantagem nas reuniões, já que os homens que estão disponíveis para nos acompanhar geralmente são muito próximos desse novo chefe e podem interferir em assuntos que não são de sua responsabilidade.
Além disso, criou uma situação em que assuntos altamente confidenciais não podem ser discutidos sem que outras pessoas ouçam as conversas.
Já conversamos com o RH sobre isso e eles também conversaram com o nosso gerente. Eles acabaram ficando do lado dele, pois acreditam que as opções de um terceiro acompanhando ou de deixar a porta aberta são suficientes.
Gostaria de pedir conselhos sobre o que fazer a seguir. Sinto-me extremamente infantilizada sendo tratada dessa forma. Sou uma profissional na casa dos 40 anos com mestrado; não sou uma criança que precisa de babá em reuniões.
Isso infringe alguma lei sobre tratamento diferenciado entre homens e mulheres no ambiente de trabalho? Uma empresa pode justificar um tratamento diferenciado se medidas como a política de portas abertas ou a presença de um funcionário do sexo masculino para monitorar a conversa forem tomadas?
Tenho que concordar com a visão do autor original da postagem no Substack, acrescentando que este é só o inicio do inferno astral no qual as mulheres modernas se meteram ao adotarem o feminismo como estilo de vida. Daqui pra frente é só pra trás, minhas comadres.
Com muita frequência, no ambiente de trabalho, quando as mulheres são tratadas como mulheres, elas querem ser tratadas como homens. Mas quando são tratadas como homens, querem ser tratadas como mulheres. E quando são tratadas como adultas responsáveis, independentemente do sexo, querem ser tratadas como criancinhas mimadas.
Não sei se o gerente em questão é muçulmano, um cristão devoto ou simplesmente um homem que já lidou com uma falsa acusação de assédio sexual e está determinado a evitar repetir a experiência. Mas, independentemente disso, sua política é excelente e eficaz e, se o relato da mulher for verdadeiro, oferece até mesmo o benefício adicional de criar uma zona de produtividade legal, porém não oficial, exclusiva para homens.
Esta é uma aplicação interessante de conformidade maliciosa, que é a única maneira de se conformar com o fascismo insano dos departamentos de RH coletivos da corporação. Dificilmente se pode criticar a determinação do gerente em evitar até mesmo a menor possibilidade de assédio sexual; aliás, seria repreensível da parte dele não se esforçar tanto para garantir a segurança das mulheres no ambiente de trabalho. Como alguém pode criticar seu compromisso com a segurança das mulheres?
É, sem dúvida, um tanto irônico ouvir o mesmo tipo de mulher que, com tanta facilidade, pode falar pelos cotovelos sobre discriminação, assédio sexual, igualdade salarial e o teto de vidro, reclamar que não é uma criança pequena que precisa de babá, porque é metaforicamente isso que uma mulher profissional de 40 e poucos anos com mestrado representa, só que a criança pequena tem muito menos probabilidade de prejudicar a empresa ou seus funcionários.
É a nova era, feminista safada!
Write a comment