Opinião

Antropólogo e historiador, autor de 'Crentes' (Record) e 'Povo de Deus' (Geração), pesquisa cristianismo, mundo popular, mídias digitais e esportes de combate
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Opinião O artigo compara a ascensão do político brasileiro Renan Santos, do partido Missão (MBL), com a de outsiders como Javier Milei e Nayib Bukele. Renan utiliza estratégias de campanha digital, focando em jovens e no combate ao crime organizado, enquanto seu partido lança candidatos com discursos destemidos contra a “aliança silenciosa” entre esquerda e direita.

  • Renan Santos, do partido Missão (MBL), é comparado a outsiders políticos como Javier Milei e Nayib Bukele devido à sua ascensão eleitoral.
  • A campanha de Renan Santos se destaca pelo uso intensivo de redes sociais e lives, atraindo a juventude e sendo considerado um presidenciável “nativo digital”.
  • O partido Missão lança mais de mil candidatos, apresentados como “preparados” com o “Livro Amarelo” e “destemidos”, denunciando uma aliança entre esquerda e direita para se perpetuar no poder.
  • Renan e Kim Kataguiri, outra figura proeminente do partido, fomentam polêmicas e usam linguagem que incomoda o politicamente correto.
  • A estratégia de Renan Santos visa “desidratar” a direita tradicional para unificar o voto conservador, gerando pressão em figuras como Flávio Bolsonaro.
  • O fenômeno Renan Santos, com 10% das intenções de voto em São Paulo, ainda é subestimado pela esquerda, que reluta em estudar esses novos grupos políticos. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/juliano-spyer/2026/06/depois-de-milei-bukele-e-de-la-espriella-vira-renan-santos.shtml
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