Julio Gomes: Entre lixo e violência, Haiti vive a mais pura desesperança
A frase me foi dita por uma funcionária da embaixada, na noite do jogo entre Brasil e Haiti. "Olha, por menos tempo que você tenha ficado aqui, saiba desde já que ninguém vai embora igual do Haiti".
Julio Gomes: Entre lixo e violência, Haiti vive a mais pura desesperança A experiência de um jornalista no Haiti expõe a crueza da vida em Porto Príncipe e Cabo Haitiano, marcada pela violência generalizada, lixo urbano e a luta diária pela sobrevivência. Apesar do cenário desolador, iniciativas privadas como o projeto de Mahalia Metayer em Cabo Haitiano demonstram planos ambiciosos para o desenvolvimento e a formação de jovens.
- O Haiti é um país profundamente afetado pela violência, com territórios controlados por grupos armados e uma polícia com recursos limitados.
- O lixo é onipresente nas cidades, poluindo paisagens e praias, simbolizando a desesperança e a falta de infraestrutura.
- Iniciativas privadas, como o clube de futebol Matana, buscam resgatar crianças e adolescentes do recrutamento por gangues e oferecer um futuro melhor.
- Projetos de grande escala em Cabo Haitiano visam criar infraestrutura, como um porto, resort e centro de treinamento de futebol, para impulsionar a economia local.
- A falta de organização social e a concentração de poder nas mãos de poucos dificultam a estabilidade e o desenvolvimento do país, apesar de sua rica história de independência. https://www.uol.com.br/esporte/colunas/julio-gomes/2026/06/22/haiti.htm
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