Julio Gomes: Egito, bom rival para simular estreia, sofre para fazer bola chegar a Salah
Algum desavisado pode imaginar que a seleção do Egito, que enfrenta o Brasil em amistoso amanhã, às 19h (de Brasília), é uma espécie de Salah e mais 10. O problema — para o Egito — é que Salah raramente consegue fazer o time jogar mais do que pode. E o time não pode muito.
Julio Gomes: Egito, bom rival para simular estreia, sofre para fazer bola chegar a Salah A seleção do Egito, que enfrentará o Brasil em um amistoso, apresenta um desempenho inconstante, com dificuldades em criar chances de gol e fazer a bola chegar às suas estrelas, Salah e Marmoush. O time adota uma postura defensiva e de contra-ataque, mas com pouca efetividade em ambas as fases do jogo. Apesar de ter jogadores como Salah e Marmoush, a falta de conexão e articulação no meio de campo compromete a eficiência ofensiva.
- O Egito é uma seleção que invariavelmente joga mal, cria pouco e tem dificuldade em defender e contra-atacar.
- Salah e Marmoush são as duas estrelas da Premier League, mas a bola raramente chega a eles, limitando as jogadas de ataque.
- O time costuma jogar em um 4-4-2, com Salah atuando mais centralizado e o lateral Hany explorando o corredor direito.
- O meio de campo egípcio está em reformulação, com Ashour sendo o responsável pela articulação, mas atuando recuado.
- Veteranos como Trezeguet e Zizo entram e saem do time, sendo considerados jogadores de mais nome do que classe.
- O Egito joga de forma parecida com Marrocos, o que o torna um teste de estilo de jogo para o Brasil, mas defende pior e tem menos dinamismo. https://www.uol.com.br/esporte/colunas/julio-gomes/2026/06/05/egito-amistoso-brasil-salah.htm
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