Fiesp critica MP do Frete Mínimo e prevê repasse dos custos ao consumidor
A Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) criticou a MP (Medida Provisória) 1.343/2026, que estabelece o piso de contratação de frete, e disse que o texto em debate no Senado tem potencial para encarecer as mercadorias para os consumidores.
Fiesp critica MP do Frete Mínimo e prevê repasse dos custos ao consumidor A Fiesp criticou a Medida Provisória 1.343/2026, que estabelece o piso de contratação de frete, alertando que o texto pode encarecer mercadorias para os consumidores e gerar insegurança jurídica. A entidade estima que os custos de transporte podem superar o valor dos produtos, especialmente os de menor valor agregado. A CNI também manifestou-se contra a medida, prevendo elevação nos custos industriais e maior impacto em pequenas e médias empresas do Nordeste.
- Fiesp critica MP do frete mínimo por potencial de encarecer mercadorias e gerar insegurança jurídica.
- Presidente da Fiesp, Paulo Skaf, alerta que custo de frete pode superar valor de produtos de baixo agregado, como calcário agrícola.
- CNI prevê aumento de 16,4% nos custos industriais e maior impacto para PMEs do Nordeste com a medida.
- Indústrias pedem que o Senado corrija distorções na proposta para evitar perdas para o Brasil e para motoristas autônomos. https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2026/06/22/fiesp-critica-mp-do-frete-minimo-e-preve-repasse-dos-custos-ao-consumidor.ghtm
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