Neymar evolui de lesão, mas prioriza trabalhos físicos nos EUA
Neymar evolui de lesão, mas prioriza trabalhos físicos nos EUA Neymar é a maior presença da seleção brasileira nos Estados Unidos — e, ao mesmo tempo, a maior ausência. Enquanto o Brasil se aquece para a Copa, o craque segue preso à sala de fisioterapia, com estreia praticamente fora do radar.
Otimismo controlado: comissão técnica x calendário
A avaliação interna é de progresso, mas com freio de mão puxado. O atacante “evolui em meio à avaliação diária, mas ainda prioriza trabalhos físicos com a seleção nos EUA”. No CT em Columbia Park, ele segue em trabalhos internos, sob tratamento intensivo na panturrilha direita, sem atividades em campo ou com bola.
O plano mais ousado mira a estreia contra Marrocos, no dia 13; o cenário conservador empurra seu retorno para os duelos com Haiti ou Escócia, ainda na fase de grupos. Em outras palavras: a seleção prepara a Copa como se Neymar fosse reforço de meio de torneio — não protagonista desde o primeiro minuto.
UOL puxa o freio: torcida, calma
Se a comissão técnica fala em “evolução diária”, o noticiário especializado joga água fria na expectativa. Para o colunista Pedro Lopes, “a tendência hoje é que ele não esteja disponível para a estreia do Brasil na Copa do Mundo”. A previsão é que Neymar só volte ao gramado a partir de segunda-feira (8), e mesmo assim de forma gradual, com foco em deixá-lo pronto para o segundo jogo da seleção.
Entre os dias 8 e 10, a ideia é reintegração progressiva: atividades no campo, chuteiras nos pés, mas sem necessariamente disputar coletivo de imediato. Ou seja, o Brasil da estreia deve ser outro time — e o Brasil com Neymar, se tudo correr bem, será uma versão tardia, porém turbinada.
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