Holanda goleia Suécia por 5 a 1 e quebra recorde de invencibilidade do Brasil em Copas

A Holanda venceu a Suécia por 5 a 1 e estabeleceu um novo recorde de 14 jogos consecutivos de invencibilidade em Copas do Mundo. A marca anterior, de 13 jogos, pertencia à seleção brasileira desde 1966.
Holanda goleia Suécia por 5 a 1 e quebra recorde de invencibilidade do Brasil em Copas

Holanda goleia Suécia por 5 a 1 e quebra recorde de invencibilidade do Brasil em Copas A goleada da Holanda por 5 a 1 sobre a Suécia virou mais do que um massacre em Houston: mexeu com a autoestima brasileira e reabriu a discussão sobre quem manda na história das Copas.

De um lado, a turma mais estatística celebra o feito histórico: a seleção laranja chegou a 14 jogos sem derrota em Mundiais, quebrando o recorde de 60 anos que era do Brasil entre 1958 e 1966. Para esses veículos, o foco está na marca: a Holanda “supera recorde brasileiro de maior invencibilidade da história das Copas” e tira da Seleção um trono simbólico que parecia intocável.

Já a imprensa esportiva ligada à cobertura diária enfatiza o espetáculo em campo: a equipe “atropela a Suécia” e assume a liderança do Grupo F com autoridade, com dois gols de Brobbey em 17 minutos e brilho de Gakpo e Summerville. O jovem Brian Brobbey, reserva na estreia, virou protagonista-relâmpago e símbolo de uma Holanda intensa e física.

Mas há quem coloque um freio nessa euforia. Parte da cobertura ressalta que o recorde vem “com um asterisco”: eliminações nos pênaltis em 2014 e 2022 não contam como derrota para a estatística, o que deixa a comparação com o Brasil de Pelé menos direta. A mesma linha lembra ainda que houve um hiato – a Holanda nem foi à Copa de 2018.

Do outro lado do campo, a narrativa sueca é de humilhação com autoajuda: o técnico Graham Potter admite que “perderam para a equipe melhor” e fala em “tirar lições da goleada”, destacando a diferença de eficiência entre as duas seleções.

Na política da bola, governistas e oposição se unem em um ponto: ninguém quer encarar essa Holanda. Colunistas falam que, se o Brasil pegar os laranjas na próxima fase, “a chance é mínima”, enquanto análises alternativas cravam que, se puder escolher, “Suécia já!” como rival, tamanha a superioridade holandesa exibida em Houston.

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