Morre Robson Barros, ex-paquito do 'Xou da Xuxa', aos 57 anos

Robson Barros, um dos primeiros assistentes de palco de Xuxa Meneghel no programa 'Xou da Xuxa', faleceu aos 57 anos em São Paulo. Após deixar a televisão, ele se tornou empresário no ramo de eventos. A notícia foi lamentada por Xuxa, ex-colegas e familiares.
Morre Robson Barros, ex-paquito do 'Xou da Xuxa', aos 57 anos

Morre Robson Barros, ex-paquito do ‘Xou da Xuxa’, aos 57 anos A morte de Robson Barros, o Rob do “Xou da Xuxa”, virou espelho das disputas e afetos em torno de um ícone da TV infantil. Enquanto colegas remontam a mágica dos anos 80, sites politizados tentam encaixar a despedida na eterna guerra cultural.

Como a mídia tradicional trata Rob: memória afetiva e carreira discreta

Nos veículos de entretenimento, Robson aparece principalmente como “ex-paquito” e empresário de eventos. A Folha fala em “empresário que foi paquito da Xuxa, aos 57 anos”, enquanto a Quem resume: “um dos primeiros paquitos da Xuxa” que depois seguiu “a vida longe dos holofotes” em uma empresa de eventos com o irmão.

A linha é nostálgica: UOL e NaTelinha destacam o auge na formação original dos Paquitos, o estrelato no fim dos anos 80 e as turnês que “arrastavam multidões”. O foco está na transição do ídolo teen para o produtor musical e empresário, marido e pai de filhos e neta.

Globo e o universo Xuxa: luto em família

Nos sites do grupo Globo, a narrativa é mais íntima. O Gshow reforça que a morte decorreu de um câncer e revela uma “despedida” organizada por ex-paquitas, que gravaram mensagens de fé para Rob quando ele já não conseguia se comunicar. A Quem lembra uma live em que ele dizia ter “o maior orgulho de ter sido paquito” e se dizer impressionado com “a força que essa história teve”.

Xuxa, por sua vez, sela o tom emocional ao chamá-lo de “meu eterno paquito” e desejar que ele receba “todos os aplausos” no céu.

Oposição: o mesmo fato, outro palanque

Já o Jornal da Cidade Online, alinhado à oposição, mantém o básico factual — morte aos 57 anos, velório em São Paulo, sucesso dos Paquitos e suspeita de câncer. A diferença está menos no conteúdo e mais no subtexto: o veículo insere o obituário de um ex-astro da Globo/Xuxa em seu ecossistema conservador, onde a apresentadora costuma ser alvo.

No fim, todos concordam em algo raro na polarização brasileira: Robson Barros foi, acima de qualquer rótulo, um símbolo de uma era e de uma infância televisiva compartilhada.

https://resumosbrasil.com/stories/019eec2b-bba4-2235-733e-2cd0b9ad2698

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