Messi marca, Argentina vence Jordânia e avança com 100% de aproveitamento

Com um gol de Lionel Messi, que entrou no segundo tempo, a Argentina venceu a Jordânia por 3 a 1 e encerrou a fase de grupos da Copa do Mundo com 100% de aproveitamento. Lo Celso e Lautaro Martínez também marcaram para a seleção argentina, que agora enfrentará Cabo Verde.
Messi marca, Argentina vence Jordânia e avança com 100% de aproveitamento

Messi marca, Argentina vence Jordânia e avança com 100% de aproveitamento A vitória por 3 a 1 sobre a Jordânia manteve a Argentina com 100% de aproveitamento, mas o placar contou menos que a narrativa em torno de Lionel Messi: aos 39 anos, ele transformou um jogo protocolar em mais um capítulo de culto e controvérsia estatística.

Governo-alinhados: culto ao recorde, jogo como rito

Na imprensa alinhada, o tom é quase institucional: a Argentina “fez o dever de casa e venceu a Jordânia por 3 a 1, assegurando o 100% de aproveitamento”. O foco é na campanha perfeita e no equilíbrio entre poupar titulares e manter intensidade, mesmo “com um time praticamente reserva”.

A narrativa gira em torno do Messi-recordista. Ele “marcou de falta contra a Jordânia e chegou ao 19º gol em Copas do Mundo, ampliando seu recorde na artilharia histórica do torneio”, tornando-se o maior goleador da história dos Mundiais. Outro dado repetido: é o “primeiro jogador a marcar em sete partidas seguidas no Mundial”, superando Jairzinho e Just Fontaine.

Há também a moldura política-esportiva: portais governistas ressaltam que a seleção “encerrou a fase de grupos da Copa do Mundo com 100% de aproveitamento” e que Messi, mesmo começando no banco, “marcou de falta o gol que confirmou a vitória argentina”. A Jordânia aparece quase como figurante, um “sparring” em duelo de “ritmo de treino”.

Oposição: elogio com asterisco

Do outro lado, a oposição não nega o gênio — “Messi vai acumulando recordes e a Argentina vai somando vitórias” —, mas relativiza o feito pelo contexto. Lembra que a Jordânia “é fraca, já havia perdido para Áustria e Argélia” e que a Argentina entrou “com nove reservas”. A vantagem numérica de talentos vira argumento para falar em caminho “tranquilo” rumo ao mata-mata, com o próximo rival, Cabo Verde, descrito mais como etapa do roteiro do que ameaça real.

Enquanto uns celebram uma máquina competitiva que empilha marcas, outros enxergam um gigante testando rota e rodando elenco num grupo sem grandes pedreiras. Em ambos os lados, porém, a conclusão é parecida: o Mundial virou, de novo, a Copa do Messi.

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