Supremo dos EUA decide contra homem que teve dreads cortados na prisão
O placar foi de 6 votos a 3. Os três juízes liberais discordaram da maioria
Supremo dos EUA decide contra homem que teve dreads cortados na prisão A Suprema Corte dos EUA decidiu que um devoto rastafári não pode processar funcionários penitenciários estaduais para obter indenização após seus dreadlocks terem sido cortados à força na prisão. A Luisiana reconheceu que o tratamento foi antitético à liberdade religiosa e modificou sua regulamentação, mas sustenta que a legislação federal impede reivindicações monetárias contra funcionários em caráter pessoal. A decisão foi de 6 a 3, com os juízes liberais discordando.
- Suprema Corte dos EUA nega a um devoto rastafári o direito de processar funcionários penitenciários estaduais por indenização.
- O incidente ocorreu quando Damon Landor teve seus dreadlocks cortados à força na prisão.
- A Luisiana modificou sua regulamentação sobre aparência de detentos após o caso, mas argumenta que a lei federal impede ações de indenização contra funcionários.
- A decisão da Suprema Corte foi de 6 votos a 3.
- Landor havia mostrado uma decisão judicial de 2017 que protegia o direito de rastafáris manterem seus dreadlocks. https://www.cartacapital.com.br/mundo/supremo-dos-eua-decide-contra-homem-que-teve-dreads-cortados-na-prisao/
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