Representante de delegados nega que operação Wi-Fi Livre seja perseguição política

Investigações focam em instituto presidido por produtora do filme "Dark Horse", sobre Jair Bolsonaro. Leia na Gazeta do Povo.
Representante de delegados nega que operação Wi-Fi Livre seja perseguição política

Representante de delegados nega que operação Wi-Fi Livre seja perseguição política O presidente da Associação dos Delegados de Polícia de SP, André Santos Pereira, negou que a operação Wi-Fi Livre tenha motivação política, afirmando que foi um cumprimento de demanda do Ministério Público. A operação investiga suspeitas de irregularidades em um contrato de R$ 108 milhões para fornecimento de Wi-Fi gratuito, mirando o Instituto Conhecer Brasil, presidido por Karina Ferreira da Gama, produtora de um filme sobre Jair Bolsonaro. O prefeito Ricardo Nunes e o deputado federal Mario Frias defenderam Karina e levantaram a suspeita de perseguição política.

  • Presidente da ADPESP nega que a operação Wi-Fi Livre tenha motivação política, classificando-a como cumprimento de demanda do Ministério Público.
  • A operação apura suspeitas de irregularidades em um contrato de R$ 108 milhões para implementação de 5 mil pontos de Wi-Fi gratuito.
  • O alvo da operação foi o Instituto Conhecer Brasil (ICB), presidido por Karina Ferreira da Gama, produtora do filme “Dark Horse” sobre Jair Bolsonaro.
  • O prefeito Ricardo Nunes e o deputado federal Mario Frias defenderam Karina e sugeriram que a operação pode ser uma perseguição política ligada ao filme.
  • Mario Frias destinou uma emenda de R$ 1 milhão ao ICB, que também está sob análise no Supremo Tribunal Federal. https://www.gazetadopovo.com.br/sao-paulo/representante-de-delegados-nega-que-operacao-wi-fi-livre-seja-perseguicao-politica/
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