A estupidez, segundo Schopenhauer (e outros)

O vídeo apresentado expõe a base científica para a existência, em número muito majoritário, de pessoas estúpidas. Pensar custa caro, em termos de consumo de energia. O cérebro humano possui, em média, apenas 2% da massa de um corpo humano, mas o cérebro de pessoas pensantes consome 20% de toda energia gasta pelo corpo humano.
A estupidez, segundo Schopenhauer (e outros)

A estupidez, segundo Schopenhauer (e outros) O cérebro humano pensante consome uma quantidade significativa de energia, em contraste com o cérebro do estúpido, que busca conservar energia e evita cognição elevada. Essa constatação científica, corroborada pela evolução Darwiniana, explica a predominância de indivíduos com cérebros menos ativos cognitivamente.

A dificuldade de pensar está diretamente ligada ao alto consumo de energia cerebral, levando a maioria das pessoas a evitar raciocínio abstrato e investigação profunda. Essa característica biológica é apresentada como fundamental para entender comportamentos em esferas políticas e sociais.

O artigo sugere que essa base científica ajuda a explicar como políticos desonestos e demagogos conseguem ludibriar a maioria, a destruição de fatores macroeconômicos e a eleição de indivíduos questionáveis por pessoas honestas, mas estúpidas.

  • Pensar consome muita energia: o cérebro humano pensante gasta 20% da energia corporal.
  • O cérebro do estúpido é um conservador de energia, evitando altos níveis de cognição.
  • A maioria das pessoas possui cérebros que conservam energia, sendo estúpidas por natureza.
  • A evolução Darwiniana e a necessidade de conservar energia são fatores chave na formação do cérebro humano.
  • A ciência corrobora a intuição de Schopenhauer sobre a estupidez majoritária.
  • A estupidez científica explica fenômenos como a ascensão de políticos desonestos e a eleição de indivíduos irresponsáveis. https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/83758/a-estupidez-segundo-schopenhauer-e-outros
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