ONG bolsonarista vazou dados de paulistanos para disparos eleitorais em massa

Produtora do filme de Bolsonaro usou contrato milionário de Wifi público com a prefeitura para ceder dados de cidadãos, ferindo a LGPD e fazendo propaganda eleitoral
ONG bolsonarista vazou dados de paulistanos para disparos eleitorais em massa

ONG bolsonarista vazou dados de paulistanos para disparos eleitorais em massa A administração de Ricardo Nunes em São Paulo é acusada de usar um projeto de Wi-Fi livre, gerido pela ONG Instituto Conhecer Brasil (ICB), como fachada para um esquema de coleta ilegal de dados e disparos em massa de mensagens eleitorais. A prática, que viola a LGPD e a legislação eleitoral, visa beneficiar a reeleição da gestão e alimentar o ecossistema político da direita. O ICB, descrito como uma “entidade de fachada” em auditorias anteriores, subcontratou empresas para realizar os disparos, configurando abuso de poder econômico com dinheiro público.

  • A Prefeitura de São Paulo, sob a gestão de Ricardo Nunes, é investigada por um esquema de violação de privacidade e desvio de finalidade em um projeto de Wi-Fi livre.
  • A ONG Instituto Conhecer Brasil (ICB), ligada ao bolsonarismo, utilizou o contrato de R$ 157 milhões para coletar dados de cidadãos e realizar disparos em massa de mensagens eleitorais.
  • A prática viola a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e a legislação eleitoral, configurando abuso de poder econômico e uso indevido de verbas públicas.
  • O ICB já foi classificado como “entidade de fachada” em auditorias passadas, evidenciando um histórico de irregularidades na captação de recursos públicos.
  • Órgãos de controle, como o Tribunal de Contas do Município (TCM), alertaram sobre irregularidades no edital, mas a prefeitura prosseguiu com a entrega da base de dados a operadores de marketing político. https://vermelho.org.br/2026/06/03/ong-bolsonarista-vazou-dados-de-paulistanos-para-disparos-eleitorais-em-massa/
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