O monopólio da informação em tempo de guerra

A Guerra Fria ainda está nas mídias e nas escolas, embora com o fim da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS), em 1991, não mais houvesse esta bipolaridade, assim reconhecida pelas partes. No entanto, é a presença dominante que está impedindo, desde o fim do Governo Geisel, de o Brasil defender seus interesses diante de terceiros.
O monopólio da informação em tempo de guerra

O monopólio da informação em tempo de guerra A comunicação de massa tornou-se um instrumento de desinformação após o fim do desenvolvimento autônomo da informática brasileira, impedindo o país de defender seus interesses nacionais. A subserviência a potências estrangeiras, exemplificada pela cobertura midiática de conflitos e pela postura diplomática, humilha o Brasil. A Coreia do Norte é apresentada como um modelo de autossuficiência e poder militar, contrastando com a dependência e a fragilidade brasileira.

  • O fim da Guerra Fria não eliminou a influência dominante que impede o Brasil de defender seus interesses.
  • A criação da Comissão Cotrim encerrou o desenvolvimento autônomo da informática brasileira, prejudicando a mídia e a capacidade de informação.
  • O Brasil carece de cobertura midiática de conflitos em que é agredido, enquanto outras nações como Israel recebem atenção constante.
  • Fatos recentes como sequestros, ataques a outros países e tarifas impostas pelos EUA exigem uma postura nacional mais firme do Brasil.
  • A Coreia do Norte é citada como exemplo de autossuficiência nacional, com desenvolvimento nuclear e educação universal, contrastando com a Coreia do Sul.
  • Militares brasileiros deveriam focar na defesa nacional, espelhando-se em exemplos de desenvolvimento como o da Coreia do Norte e em governos militares brasileiros que promoveram o progresso. https://www.brasil247.com/blog/o-monopolio-da-informacao-em-tempo-de-guerra
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