Ilógica
No berço do Direito Romano, a Corte Suprema de Cassação desnudou o abandono da lógica por parte de nosso Judiciário, prática que se estende aos outros Poderes
Ilógica O Supremo Tribunal Federal (STF) foi criticado por uma corte italiana por abandonar a lógica ao julgar casos em que seus próprios membros seriam coautores, como no caso de Eduardo Bolsonaro. O Legislativo é acusado de falhar em sua função fiscalizatória, permitindo o avanço do Judiciário, e o Executivo é criticado por proteger facções criminosas e piorar relações internacionais. A Advocacia-Geral da União tenta defender Alexandre de Moraes em um processo nos EUA, argumentando que decisões do STF não podem ser submetidas a juízes estrangeiros, o que a corte romana considerou uma ilogicidade.
- O STF julga casos em que seus membros são coautores, desconsiderando a lógica jurídica e a imparcialidade.
- O Legislativo, especialmente o Senado, falha em sua função de fiscalizar os outros Poderes, permitindo o arbítrio do Judiciário.
- O Executivo falha na proteção da soberania nacional ao não classificar facções criminosas como terroristas e prejudica relações internacionais.
- A AGU defende Moraes nos EUA com um argumento considerado ilógico pela corte romana, que também classificou a conduta do STF como ‘illogicitá’.
- O conceito de ‘ilogicidade’ é definido como incoerência, absurdo e falta de sensatez no pensamento e na ação. https://www.revistaoeste.com/revista/edicao-327/illogicita/
Write a comment