O crime e o voto

O enquadramento das facções criminosas como organizações terroristas serviu para mostrar de que lado estamos. Do lado dos bandidos ou do lado da lei e da ordem
O crime e o voto

O crime e o voto O ministro da Defesa aponta a carência de recursos das Forças Armadas, que contrastam com o elevado número de veículos blindados civis no Brasil, reflexo da falta de segurança. O crime organizado se impõe como um Estado narcoterrorista, controlando territórios e afetando a vida de milhões, inclusive na Amazônia. A proposta americana de classificar facções como terroristas é vista como uma ajuda que o governo rejeita, e o voto é apresentado como ferramenta para combater o crime.

  • As Forças Armadas brasileiras carecem de recursos, enquanto civis possuem um número significativamente maior de veículos blindados.
  • O crime organizado atua como um Estado paralelo, impondo toques de recolher, controle de comércio e outros ditames em áreas dominadas.
  • O narcotráfico divide o território amazônico, com facções controlando rios e pistas de pouso.
  • A classificação de facções criminosas como terroristas pelos EUA é rejeitada pelo governo brasileiro, que alega soberania.
  • O voto é apresentado como um meio de combater o crime, com as eleições de governadores e presidenciais definindo o lado a ser tomado.
  • A violência no Brasil é comparada à guerra do Vietnã, com 50 mil mortes anuais causadas por brasileiros contra brasileiros. https://www.revistaoeste.com/revista/edicao-325/o-crime-e-o-voto/
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