Policiais criaram rede de proteção para o PCC, diz MP-SP
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Policiais criaram rede de proteção para o PCC, diz MP-SP O Ministério Público de São Paulo alega que policiais civis acusados de corrupção e lavagem de dinheiro atuaram como uma rede de proteção para a facção criminosa PCC desde 2018. Os promotores pedem R$ 440 milhões em sanções financeiras e detalharam crimes como roubo de relógios de luxo e vazamento de informações sigilosas. O processo, que envolve 11 réus e se baseia em delações e relatórios financeiros, corre em sigilo.
- MP-SP acusa policiais civis de integrarem esquema de corrupção e lavagem de dinheiro para promover o PCC desde 2018.
- Promotores exigem R$ 440 milhões em sanções financeiras, R$ 40 milhões por réu, por danos morais coletivos e sociais.
- Agentes públicos teriam facilitado interesses da facção, agindo como rede de proteção para líderes, promotores e financiadores.
- Crimes detalhados incluem roubo de relógios de luxo de investigados, divulgação de informações sigilosas e manutenção de canais com a cúpula do PCC.
- Denúncia se baseia em relatórios de inteligência financeira e delação premiada do empresário Vinícius Gritzbach, assassinado em novembro de 2024.
- Recursos ilícitos eram ocultados via “economia do crime”, com compra de imóveis, veículos de luxo e empresas de fachada.
- Um dos réus civis é Ahmed Hassan Saleh, apontado como operador financeiro da facção e suspeito de participar de proposta para assassinar o delator.
- MP solicitou absolvição integral de um delegado e absolvição para crimes específicos de outros dois policiais.
- Sete policiais civis réus continuam afastados de suas funções, seis presos enquanto apurações administrativas avançam.
- Ação penal corre em sigilo na 1ª Vara de Crimes Tributários, Organização Criminosa e Lavagem de Bens da Capital. https://www.revistaoeste.com/brasil/policiais-criaram-rede-de-protecao-para-o-pcc-diz-mp-sp/
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