Fiesp sobe o tom e critica MP do Frete Mínimo: “Intervenção estatal descabida”

Jornalista formado pela Cásper Líbero, é pós-graduado em marketing político e propaganda eleitoral pela USP. Trabalhou no site da ESPN, pelo qual foi à China para cobrir a Olimpíada de Pequim, em 2008. Também teve passagens por Metrópoles, InfoMoney, O Antagonista, iG e Terra, cobrindo política e economia. Como assessor de imprensa, atuou na Câmara dos Deputados e no Ministério da Cultura. É autor dos livros “Dias: a Vida do Maior Jogador do São Paulo nos Anos 1960” e “20 Jogos Eternos do São Paulo”.
Fiesp sobe o tom e critica MP do Frete Mínimo: “Intervenção estatal descabida”

Fiesp sobe o tom e critica MP do Frete Mínimo: “Intervenção estatal descabida” A Fiesp criticou a Medida Provisória 1.343/2026, aprovada pela Câmara, que reforça a fiscalização do piso mínimo do frete rodoviário e institui piso salarial para motoristas de longa distância. A entidade alega que a MP impõe intervenção estatal descabida na economia, aumentando custos e impactando preços de mercadorias. A Fiesp pede ao Senado que corrija as distorções, alertando que a medida pode prejudicar o Brasil e os motoristas autônomos.

  • Fiesp critica a MP 1.343/2026 por reforçar fiscalização do piso mínimo do frete e instituir piso salarial para motoristas.
  • A entidade alega que a medida representa intervenção estatal descabida, aumentando custos para todos os brasileiros e impactando preços de mercadorias.
  • Fiesp alerta para multas desproporcionais e cassação de registros, gerando insegurança jurídica.
  • A federação critica a definição de variáveis do piso mínimo pela MP, invadindo competência da agência reguladora.
  • A Fiesp aponta que o custo do frete pode superar o valor da carga para produtos de baixo valor agregado, citando o calcário agrícola como exemplo.
  • A MP também anistia caminhoneiros multados por bloqueios em rodovias após as eleições de 2022.
  • O texto atualiza a tabela de frete semestralmente e exige publicação de novos valores em até três dias úteis em caso de variação de 5% no preço dos combustíveis. https://www.revistaoeste.com/politica/fiesp-sobe-o-tom-e-critica-mp-do-frete-minimo-intervencao-estatal-descabida/
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