Promotora do MP de São Paulo diz que perdão a Monique é 'tapa na cara da sociedade'
Formado em jornalismo pela Cásper Líbero, tem curso de especialização em teoria da história, pela Universidade de São Paulo e em economia e finanças pelo Instituto Brasileiro de Economia e Finanças. Atuou no Jornal do Brasil, O Estado de S. Paulo e portal R7, entre outros, tendo feito coberturas fora do país. Foi também assessor de imprensa do Consulado de Israel e da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo. Autor de cinco livros, foi vencedor do Prêmio Clio de História e recebeu menção honrosa no Prêmio Sindiclube de Contos e Crônicas. Atualmente é jornalista da Revista Oeste.
Promotora do MP de São Paulo diz que perdão a Monique é ‘tapa na cara da sociedade’ A promotora Celeste Leite dos Santos criticou o perdão judicial concedido a Monique Medeiros pela morte de seu filho Henry, classificando-o como um “golpe na credibilidade do sistema penal” e “tapa na cara da sociedade”. Monique foi solta após a Justiça do Rio desclassificar a acusação de homicídio doloso para culposo e aplicar o perdão judicial, extinguindo sua punição, enquanto Dr. Jairinho, seu ex-companheiro, foi condenado a mais de 43 anos de prisão. A promotora ressalta a omissão de Monique em proteger o filho, ignorando a “posição de garante” da mãe.
- Promotora Celeste Leite dos Santos critica perdão judicial a Monique Medeiros pela morte do filho Henry.
- Decisão é vista como “golpe na credibilidade do sistema penal” e “tapa na cara da sociedade”.
- Monique Medeiros foi solta após perdão judicial por homicídio culposo.
- Dr. Jairinho, ex-namorado de Monique, foi condenado a 43 anos, 9 meses e 20 dias por homicídio duplamente qualificado e tortura.
- Investigação e laudos apontam hemorragia interna e laceração no fígado como causa da morte, descartando queda acidental.
- Monique também foi considerada culpada por omissão em relação à tortura sofrida por Henry, com pena de 1 ano e 4 meses em regime aberto.
- A promotora questiona a omissão de Monique em proteger o filho, desrespeitando a “posição de garante”.
- Prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Cavaliere, manteve a demissão de Monique da Secretaria Municipal de Educação, expressando perplexidade com a decisão judicial. https://www.revistaoeste.com/brasil/promotora-do-mp-de-sao-paulo-diz-que-perdao-a-monique-e-tapa-na-cara-da-sociedade/
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