A eleição peruana, a urna brasileira e o gol contra de Moraes
Ministro encomenda um vexame para o judiciário e para o sistema eletrônico de votação do Brasil ao pedir extradição do presidente do Instituto Voto Legal
A eleição peruana, a urna brasileira e o gol contra de Moraes O artigo questiona a transparência do sistema de votação eletrônica brasileiro, que carece de comprovante físico para recontagem, ao contrário de outros países. Destaca a ação repressiva de Alexandre de Moraes contra quem contesta o sistema, como o economista Marcos Cintra. Critica o pedido de extradição de Carlos Rocha, engenheiro que apontou anomalias nas urnas eletrônicas antigas, argumentando que isso pode gerar desgaste internacional e expor falhas no processo eleitoral brasileiro.
- O Brasil utiliza um sistema de votação eletrônica sem comprovante físico, o que impede a recontagem manual em casos de disputas acirradas.
- A Alemanha vetou um sistema idêntico ao brasileiro devido à falta de transparência e verificação pública.
- Bangladesh e Namíbia abandonaram ou descartaram sistemas de votação eletrônica semelhantes ao brasileiro por questões de confiabilidade e transparência.
- Alexandre de Moraes agiu de forma repressiva contra o economista Marcos Cintra por questionar urnas que teriam registrado 100% de votos para Lula.
- O pedido de extradição de Carlos Rocha, engenheiro que desenvolveu a urna eletrônica e apontou anomalias em urnas antigas, é criticado como um ‘gol contra’.
- O artigo sugere que a extradição de Rocha pode expor falhas técnicas do sistema eleitoral brasileiro no Reino Unido e internacionalmente. https://www.revistaoeste.com/revista/edicao-327/a-eleicao-peruana-a-urna-brasileira-e-o-gol-contra-de-moraes/
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