Caso da venda de decisões no STJ é esvaziado, mas fica no STF por suspeita sobre autoridades

A Polícia Federal e a PGR (Procuradoria-Geral da República) descartaram nos últimos meses suspeitas sobre autoridades com foro especial no STF (Supremo Tribunal Federal) em alguns dos principais inquéritos que tratam de vendas de decisões judiciais no STJ (Superior Tribunal de Justiça) e em outras cortes do país.
Caso da venda de decisões no STJ é esvaziado, mas fica no STF por suspeita sobre autoridades

Caso da venda de decisões no STJ é esvaziado, mas fica no STF por suspeita sobre autoridades A Polícia Federal e a PGR descartaram suspeitas sobre autoridades com foro especial no STF em inquéritos sobre venda de decisões judiciais no STJ, esvaziando parte das apurações. Apesar de não haver indícios contra ministras investigadas, o caso permanece no STF por conexões com outras investigações que podem envolver autoridades com foro privilegiado. Inquéritos mais específicos sobre cortes estaduais foram enviados para outras instâncias.

  • A PF e a PGR afastaram suspeitas de envolvimento de autoridades com foro especial no STF em inquéritos sobre venda de decisões judiciais no STJ.
  • A PGR denunciou nove pessoas, incluindo um lobista e ex-servidores do STJ, no âmbito da Operação Sisamnes, sem encontrar envolvimento das ministras Nancy Andrighi e Isabel Gallotti.
  • O ministro Cristiano Zanin manteve o caso no STF por conexão com outras apurações, mas enviou inquéritos sobre tribunais de Justiça de MT, MS e TO para outras instâncias.
  • Investigações sobre TJ-MT e TJ-MS foram remetidas ao STJ, enquanto o caso relacionado ao assassinato do advogado Roberto Zampieri foi enviado ao TJ-MT. https://www1.folha.uol.com.br/poder/2026/06/caso-da-venda-de-decisoes-no-stj-e-esvaziado-mas-fica-no-stf-por-suspeita-sobre-autoridades.shtml
Write a comment
No comments yet.