Na Feira do Livro, Norman Finkelstein tem mesa lotada e com segurança reforçada
A fila para ver a mesa de Norman Finkelstein na Feira do Livro nesta quinta-feira (4) foi a maior de todos os dias do evento. O cientista político americano veio ao Brasil lançar "A Indústria do Holocausto", livro em que revê as imagens formadas sobre o genocídio do povo judeu.
Na Feira do Livro, Norman Finkelstein tem mesa lotada e com segurança reforçada Na Feira do Livro, Norman Finkelstein atraiu grande público ao lançar “A Indústria do Holocausto”, abordando o uso do termo antissemitismo para silenciar críticas a Israel. O dia também contou com discussões sobre heranças indígenas com Daniel Munduruku e Daniela Catrileo, propostas para a crise climática pelo botânico Stefano Mancuso e a celebração da música popular brasileira por Nei Lopes.
- Norman Finkelstein lotou a Feira do Livro, lançando “A Indústria do Holocausto” e criticando o uso do antissemitismo para silenciar vozes contra Israel, argumentando que o ódio a Gaza é justificado.
- Daniel Munduruku apresentou sua primeira ficção adulta, “Fantasmas”, abordando o trauma geracional causado pela visão pejorativa dos indígenas, enquanto Daniela Catrileo incentivou a reivindicação da identidade indígena.
- Stefano Mancuso, botânico italiano, propôs soluções ousadas para a crise climática, como a substituição de asfalto por árvores, lamentando a descrença na ciência.
- Nei Lopes celebrou a música popular brasileira e outros países, destacando que a música importante não é aquela feita com foco em vendas, e compartilhou trechos de suas composições com letras lúdicas. https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2026/06/na-feira-do-livro-norman-finkelstein-tem-mesa-lotada-e-com-seguranca-reforcada.shtml
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