Vik Muniz usa cinzas do Museu Nacional para recriar relíquias perdidas em incêndio
Vik Muniz estava na Holanda, trabalhando em um projeto em que usaria flores como matéria-prima, quando soube do incêndio que quase destruiu o Museu Nacional, no Rio de Janeiro, em 2018. Ficou tão comovido com a notícia que pressentiu que, em breve, abandonaria as pétalas para usar cinzas como objeto de trabalho.
Vik Muniz usa cinzas do Museu Nacional para recriar relíquias perdidas em incêndio O artista Vik Muniz criou obras utilizando as cinzas do incêndio do Museu Nacional, recriando peças perdidas como o fóssil Luzia e uma boneca Karajá. Simultaneamente, uma retrospectiva de sua carreira com mais de 220 obras está exposta no CCBB, explorando a acessibilidade e a natureza lúdica de sua arte. Ambas as exposições, curadas por Daniel Rangel, destacam diferentes facetas da trajetória de Muniz.
- Vik Muniz utiliza cinzas do incêndio do Museu Nacional para recriar obras perdidas, como o fóssil Luzia e uma boneca Karajá.
- Uma exposição no Museu Nacional exibe fotografias e esculturas feitas com as cinzas, fruto de um trabalho terapêutico para o artista.
- Obras de Muniz, incluindo recriações com materiais inusitados, são destacadas na retrospectiva “Vik Muniz: A Olho Nu” no CCBB.
- A retrospectiva, com mais de 220 obras, explora a intenção de Muniz em tornar a arte acessível a todos, utilizando ícones populares e materiais comuns.
- Muniz vê suas exposições como ferramentas de reflexão sobre o passado e o futuro de sua carreira artística. https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2026/06/vik-muniz-usa-cinzas-do-museu-nacional-para-recriar-reliquias-perdidas-em-incendio.shtml
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