Em evento sobre ética, Fachin defende que juízes sejam discretos e evitem protagonismo individual

O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Edson Fachin, defendeu na terça-feira (2) que juízes sejam discretos e afirmou que "muitas vezes o silêncio institucional vale mais que o protagonismo individual", em meio a um impasse sobre a criação de um código de conduta para integrantes da corte.
Em evento sobre ética, Fachin defende que juízes sejam discretos e evitem protagonismo individual

Em evento sobre ética, Fachin defende que juízes sejam discretos e evitem protagonismo individual O presidente do STF, Edson Fachin, defende que juízes priorizem a discrição e o silêncio institucional, argumentando que a autoridade magistral advém da qualidade das decisões e da confiança conquistada, não do protagonismo. Ele ressaltou a importância da integridade em todas as esferas da vida do magistrado e a necessidade de que ninguém esteja acima das instituições. A fala ocorre em um contexto de debate sobre um código de conduta para ministros do STF e investigações de vazamentos no STJ.

  • Fachin defende discrição e silêncio institucional para juízes, valorizando a qualidade das decisões sobre o protagonismo.
  • Integridade e confiança são conquistadas através de comportamento e transparência, não decretadas.
  • Ninguém está acima das instituições, e a magistratura exige responsabilidade, independência e imparcialidade.
  • A discussão sobre ética judicial ganha força em meio a investigações de vazamentos no STJ e a criação de um código de conduta para o STF.
  • Ministra Cármen Lúcia também defende imparcialidade e transparência, sendo relatora do código de conduta. https://www1.folha.uol.com.br/poder/2026/06/em-evento-sobre-etica-fachin-defende-que-juizes-sejam-discretos-e-evitem-protagonismo-individual.shtml
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