Thix retrata em pinturas de estética barroca a beleza e a dureza de se tornar mulher
Detalhe de 'Os Sonhos em que Estou Morrendo São os Mais Belos que Já Tive' (2026), pintura de Thix - Filipe Berndt / Divulgação
Thix retrata em pinturas de estética barroca a beleza e a dureza de se tornar mulher A exposição “Quarto de Não Dormir, Sala de Não Estar” de Thix na Casa Triângulo apresenta pinturas, objetos e instalações que exploram a beleza e a dureza da transição de gênero da artista. As obras, inspiradas na estética acadêmica e barroca, usam técnicas de claro-escuro para retratar o sofrimento e a reconstrução da identidade, questionando representações e pressões estéticas femininas.
- A exposição “Quarto de Não Dormir, Sala de Não Estar” de Thix na Casa Triângulo aborda o processo de transição de gênero da artista.
- As obras combinam uma estética acadêmica e barroca com a exploração da dureza da desconstrução e reconstrução corporal e identitária.
- Através de pinturas como autorretratos pós-operatórios e referências a Caravaggio, Thix confronta seu passado como homem e sua nova identidade como mulher trans.
- A mostra também discute clichês da feminilidade, a pressão estética sobre mulheres e a ideia de construção diária da identidade feminina.
- Thix utiliza a arte para questionar quem merece ser representado e eternizado em instituições culturais, defendendo o espaço para pessoas queer. https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2026/06/thix-retrata-em-pinturas-de-estetica-barroca-a-beleza-e-a-dureza-de-se-tornar-mulher.shtml
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