Opinião

Jornalista, foi editor de Opinião. É autor de "Pensando Bem…"
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Opinião A aprovação de uma PEC que amplia a imunidade tributária das igrejas no Brasil é vista como um exemplo da falta de senso de comunidade e divisão equânime de custos estatais. A medida, que se estende a entidades assistenciais ligadas a igrejas, cria distorções concorrenciais significativas e pode inviabilizar a cobrança de tributos pelo poder público. Embora a regulamentação por lei complementar possa mitigar o risco imediato, a lógica da isenção pode levar à proliferação de entidades religiosas para fins econômicos.

  • A falta de senso de comunidade no Brasil se manifesta na aprovação de uma PEC que amplia a imunidade tributária das igrejas.
  • A nova imunidade abrange não apenas os templos, mas também serviços, bens de consumo e até mesmo bens de luxo como jatinhos.
  • A extensão dos benefícios a entidades assistenciais vinculadas a igrejas (creches, escolas, hospitais) gera distorções concorrenciais significativas.
  • Há o risco de que agentes econômicos se convertam em entidades religiosas para se beneficiarem das isenções fiscais.
  • A aprovação da PEC pode, a longo prazo, comprometer a capacidade do poder público de arrecadar tributos. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2026/06/imoralidade-tributaria.shtml
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