Opinião

Jornalista, foi editor de Opinião. É autor de "Pensando Bem…"
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Opinião A corrupção persiste porque é funcional para os envolvidos, apesar do dano coletivo à economia e à coesão social. Embora inferior a um sistema justo, a corrupção é vista como a segunda melhor forma de organização social, superior ao caos ou à violência. A transição para um estágio com corrupção residual exige punição e efeito dissuasório, mas o caso Master, por envolver múltiplos atores, sugere a possibilidade de um ‘acordão’ com punições limitadas.

  • A corrupção é funcional para quem a pratica, apesar dos prejuízos coletivos.
  • A corrupção é considerada a segunda melhor forma de organização social, superior a regimes caóticos ou violentos.
  • A erradicação da corrupção exige punição exemplar para dissuadir outros.
  • O caso Master, por envolver diversos setores políticos e institucionais, pode resultar em um acordo que limite as punições.
  • O ceticismo quanto à investigação aprofundada do caso Master é justificado pela falta de interesse em punições severas por parte dos envolvidos. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2026/06/o-segredo-da-corrupcao.shtml
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