Justiça derruba mudança no Plano Diretor que permitia prédios privados sobre terminais e estações de SP
A Justiça de São Paulo declarou inconstitucional nesta quarta-feira (17) a maioria das alterações no Plano Diretor da capital paulista feitas em dezembro de 2024, exceto quatro artigos referentes à expansão de aterro sanitário de São Mateus. A obra na zona leste era o objeto da versão original do projeto de lei, cujo texto foi alterado pelos vereadores, com sanção do prefeito Ricardo Nunes (MDB).
Justiça derruba mudança no Plano Diretor que permitia prédios privados sobre terminais e estações de SP A Justiça de São Paulo declarou inconstitucional a maioria das alterações feitas no Plano Diretor da capital em dezembro de 2024, com exceção de artigos sobre expansão de aterro sanitário. As mudanças derrubadas incluíam a permissão para o “direito real de laje”, que possibilitaria a construção de prédios privados sobre infraestruturas de transporte público. O tribunal considerou que os trechos não tinham “pertinência temática” com o projeto original e foram introduzidos sem a devida fundamentação técnica e transparência.
- A Justiça de São Paulo declarou a maioria das alterações no Plano Diretor de dezembro de 2024 inconstitucional.
- Ficaram de fora da decisão apenas quatro artigos sobre a expansão de aterro sanitário de São Mateus.
- As alterações derrubadas permitiam o “direito real de laje”, viabilizando construções privadas sobre terminais e estações de transporte.
- A decisão atendeu a uma Ação Direta de Inconstitucionalidade movida pelo Ministério Público de São Paulo.
- O tribunal argumentou falta de pertinência temática e ausência de estudos técnicos e transparência nas mudanças aprovadas. https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2026/06/justica-derruba-mudanca-no-plano-diretor-que-permitia-predios-privados-sobre-terminais-e-estacoes-de-sp.shtml
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