Após decisão de não atacar Beirute, Netanyahu é acusado por aliados e rivais de tornar Israel um 'protetorado' dos EUA
Depois de aceitar a ordem do presidente dos EUA, Donald Trump, para não bombardear a capital libanesa, Beirute, o premier de Israel, Benjamin Netanyahu, se tornou alvo de rivais e até aliados. Para eles, ao “ceder” a Trump, ele pôs em risco a ofensiva contra o Hezbollah — apoiada pela maioria dos políticos, comentaristas e pela população — e a própria soberania nacional: nas palavras de um ex-premier, Netanyahu transformou Israel em um “protetorado” de Washington.
Após decisão de não atacar Beirute, Netanyahu é acusado por aliados e rivais de tornar Israel um ‘protetorado’ dos EUA O premier de Israel, Benjamin Netanyahu, foi criticado por rivais e aliados após aceitar a ordem do presidente dos EUA, Donald Trump, de não bombardear Beirute. Os críticos argumentam que essa decisão compromete a ofensiva contra o Hezbollah e a soberania nacional. Um ex-premier chegou a afirmar que Netanyahu transformou Israel em um “protetorado” de Washington.
- Netanyahu aceitou a ordem de Trump para não bombardear Beirute.
- Rivais e aliados criticam Netanyahu pela decisão.
- Críticos afirmam que a decisão prejudica a ofensiva contra o Hezbollah.
- Acusações de que Netanyahu comprometeu a soberania nacional de Israel.
- Um ex-premier acusou Netanyahu de tornar Israel um “protetorado” dos EUA. https://oglobo.globo.com/mundo/noticia/2026/06/03/apos-decisao-de-nao-atacar-beirute-netanyahu-e-acusado-por-aliados-e-rivais-de-tornar-israel-um-protetorado-dos-eua.ghtml
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