Grafismo indígena: Isabelle e Marciele explicam o real significado
Existem histórias que são desenhadas sobre a pele. Em Cunhãs - Além de Parintins, série especial do gshow que estreia nesta segunda (22), publicada também no GloboPop, Isabelle Nogueira e Marciele Albuquerque mostram que os grafismos indígenas de uma cunhã-poranga, parte importante de como se apresentam para o público, carregam muito mais do que beleza, carregam ancestralidade.
Grafismo indígena: Isabelle e Marciele explicam o real significado Grafismos indígenas em cunhãs-poranga, como Isabelle Nogueira e Marciele Albuquerque, representam ancestralidade, identidade e resistência, transformando o corpo em uma extensão viva da cultura regional. Para elas, os desenhos vão além da beleza, expressando força, pertencimento e a história dos povos originários da Amazônia. Essa arte corporal é vista como uma linguagem que comunica a vitalidade de um povo e sua conexão espiritual.
- Os grafismos indígenas usados por cunhãs-poranga como Isabelle Nogueira e Marciele Albuquerque carregam significados de ancestralidade, identidade e pertencimento.
- O corpo se torna uma extensão viva da cultura regional, e os traços contam histórias e expressam força.
- A arte é vista como uma linguagem que comunica resistência e a vitalidade de um povo, indo além da estética.
- Para Isabelle, o grafismo é a voz na arena do Bumbódromo, comunicando resistência e um povo vivo.
- Marciele sente que o grafismo já faz parte de si, e que ao longo da vida compreende mais sua importância espiritual e ancestral. https://gshow.globo.com/festivais/cunhas-alem-de-parintins/noticia/grafismo-indigena-isabelle-e-marciele-explicam-importancia-da-arte-em-seus-corpos-como-cunhas.ghtml
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