Brasil discorda de conclusões dos EUA sobre trabalho forçado e fala em reagir com Lei de Reciprocidade

O governo do Brasil divulgou nesta quarta-feira (3) uma nota em que afirma discordar de maneira "profunda" das conclusões do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) sobre falhas na importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado.
Brasil discorda de conclusões dos EUA sobre trabalho forçado e fala em reagir com Lei de Reciprocidade

Brasil discorda de conclusões dos EUA sobre trabalho forçado e fala em reagir com Lei de Reciprocidade O governo brasileiro expressou profunda discordância com as conclusões do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) sobre falhas na importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado. Em resposta, o Brasil afirma que recorrerá à Lei de Reciprocidade e adotará medidas para proteger sua economia, empregos e renda. O país reitera seu reconhecimento internacional no combate ao trabalho escravo e forçado, com normas e fiscalização adequadas.

  • Brasil discorda “profundamente” das conclusões do USTR sobre falhas na importação de mercadorias com trabalho forçado.
  • O governo brasileiro ameaça reagir com instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade.
  • O Brasil se considera uma referência internacional no combate ao trabalho escravo e forçado, com fiscalização rigorosa e normas adequadas.
  • O país enviou manifestações escritas e explicações detalhadas sobre suas normas de coibição de bens produzidos por trabalho forçado.
  • A Receita Federal e órgãos aduaneiros brasileiros já possuem competência legal para negar a entrada e confiscar mercadorias que atentem contra a moral, costumes, saúde e ordem pública, incluindo bens produzidos com trabalho forçado. https://g1.globo.com/politica/noticia/2026/06/03/brasil-eua-trabalho-forcado.ghtml
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